quinta-feira, 21 de junho de 2007

Azul


Amanhecia.
Eu adormecia e olhava o céu,
que era azul como nunca,
pra nunca mais acordar.
Na areia marinha do jardim,
eu sentia o frio tão bem,
que não queria mergulhar em sonhos.
Mas a noite cedia
e era um dia tão anil que chegava
e misturava-se com as cores brancas
do céu de sol...
Perdi ao sono
sem escutar trombeta alguma
das nuvens do paraíso.
Ouvia, sim, saxofones.
Baixo e bateria.
Buenas noches
and Morphine!

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