quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Tomahawk - Digipak



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terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Frank Zappa & The Mothers of Invention - Freak Out (1966)

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terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

A Perfect Circle - Emotive


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Faith no More - Album of The Year


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Portishead - Dummy


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LOVAGE - MUSIC TO MAKE LOVE TO YOUR OLD LADY BY





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Portishead - Cowboys



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Este arquivo tinha sido deletado pelo servidor mas eu ja resolvi o problema. Baixem um dos melhores do Portishead agora mesmo!!!


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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Os Transformers voltam às bancas

Após quase "quatro milhões de anos" de espera, finalmente os transfãs de todo Brasil poderão ir à banca mais próxima de suas casas e ler seus heróis de Cybertron

Por Leandro Borges Pereira

Transformers Generation OneA espera foi longa, mas está chegando ao fim! A Panini Comics deve lança em setembro a série Transformers Generation One, publicada originalmente pela Dreamwave.

A série foi um estrondoso sucesso nos Estados Unidos, surpreendendo muita gente pelo volume de vendas. Só não houve surpresa para os fãs de Transformers ao redor do mundo, que tinham certeza de que, se houvesse um lançamento trazendo os antigos personagens do desenho animado dos anos 80, o êxito seria imediato.

E foi realmente o que aconteceu. A desconhecida Dreamwave liderou o ranking dos mais vendidos da distribuidora Diamond no ano passado com a minissérie Transformers Generation One, e depois conseguiu excelentes posições ao lançar os títulos Transformers: The War Within e Transformers Armada.

Afinal, Transformers é apenas um fenômeno de momento ou um sucesso que veio pra ficar? Pra desvendar esse mistério, vale voltar no tempo e descobrir como isso começou...

Anos 80 reloaded

Optimus PrimeA onda de nostalgia da década de 1980 foi fundamental para as vendas pra lá de bem-sucedidas de títulos atuais como Transformers G1, Thundercats, He-Man e G.I. Joe. Mas se houve um lugar onde isso começou, foi a internet.

Com o advento da internet, todos aqueles que quando crianças colecionavam figuras de ação dos anos 80 ou apenas assistiam aos desenhos animados da TV, voltaram a se interessar pelo assunto, agora como jovens e adultos.

Sites e mais sites sobre os personagens surgem daqui e dali; antigos colecionadores compram e vendem figuras de ação, revistas em quadrinhos e todo tipo de memorabília imaginável dos antigos ídolos.

Não demorou muito para serem criados fóruns, listas de e-mails e salas de discussão do assunto. Assim, formaram-se comunidades, clubes e organizaram-se convenções. Heróis da década de 80 logo eram novamente uma coqueluche, dessa vez disseminada pela nostalgia dos internautas - que não são poucos.

E de todos esses personagens, os Transformers se destacam como os mais queridos.

Numa recente pesquisa da revista Wizard Toyfare sobre qual seria a melhor coleção de toys de todos os tempos, a coleção Transformers surpreendeu ao vencer o clássico Star Wars na semifinal. Na "decisão", teve uma esmagadora votação contra He-Man and the Masters of The Universe.

MegatronEm outra pesquisa, o desenho animado Transformers esteve no Top 10 da eleição dos 100 maiores desenhos animados de todos os tempos. As animações Beast Wars e Beast Machines - recentes ramificações do desenho animado original - também integraram esse rol.

A prova final da adoração pelos Transformers foi a quantidade de revistas vendidas. Enquanto Thundercats, G.I. Joe e He-Man conseguiram boas posições no ranking das mais vendidas, Transformers conseguiu a façanha de vender mais - leia-se muito mais - que X-Men, até então o líder da última década, mantendo uma regularidade durante as seis edições. Assim, enquanto X-Men manteve suas 100 mil cópias mensais, a primeira edição de Transformers G1 bateu quase 120 mil cópias!

A primeira edição da série surpreendeu também pela quantidade de pré-vendas feitas pela internet. Até a Dreamwave se assustou um pouco com isso, e chegou a publicar três tiragens da revista, além de variant covers, pôsteres e afins.

Por ser uma edição de estréia, era até plausível uma venda tão boa, mas a aposta era que a revista seria um fenômeno passageiro, que não permaneceria no topo por muito tempo. Mas a regularidade se manteve, e Transformers deixou todos os títulos Marvel e DC Comics para trás, causando o maior rebu no mercado de quadrinhos.

Quadrinhos Transformers

A jornada dos robôs de Cybertron nas HQs começou em setembro de 1984, com o lançamento de Transformers # 1 - a primeira parte de uma minissérie de quatro edições, como estava escrito na capa.

Só que não foi apenas uma minissérie, e a revista durou 80 edições nos Estados Unidos, terminando cinco números após o clássico combate entre Transformers e Unicron (# 75), no qual Optimus Prime derrota Unicron usando a Matriz de Criação - fato que não aconteceu no filme, mas que todos os fãs gostariam de ter visto.

Algum tempo depois, foi lançada a série Transformers Generation 2, que, apesar de trazer uma arte meio estranha, agradava no roteiro. Essa revista durou apenas 12 edições e encerrou o ciclo de quadrinhos da série em 1993.

Várias minisséries foram lançadas durante esse tempo, entre elas um crossover com os G.I. Joe, a quadrinização do filme e Transformers Universe - uma espécie de enciclopédia com os personagens. Mas o que muita gente não sabe é que, na Inglaterra, houve muito mais HQs dos personagens do que nos EUA.

No início, a revista Transformers UK foi lançada apenas reeditando histórias já publicadas nas terras de Tio Sam. Depois, no entanto, começou a produzir suas próprias aventuras, sem fugir da cronologia. O título, que tinha um número de páginas reduzido, chegou a ser semanal e durou 336 edições (!), sem contar os anuais de capa dura, formato livro.

E foi nas revistas de Transformers UK que surgiu um roteirista de nome pouco conhecido do público em geral, mas idolatrado pelos fãs da série: Simon Furman. Considerado um "papa" quando o assunto é Transformers, ele fez arcos de histórias tão boas, que acabou sendo chamado para dar seqüência também à série americana, sendo o responsável pela conclusão da saga.

Curiosidades aleatórias

O artista Brett Breeding arte-finalizou apenas uma história dos Transformers. O título era Funeral for a Friend, e trazia o funeral de Optimus Prime, o maior herói da série.

Anos depois, Brett viria a arte-finalizar a morte do Superman e uma minissérie de homônima.

Ambos heróis voltaram à vida.

Outra relação com o Homem de Aço é que, reza a lenda, que os Transformers surgiram inspirados no episódio Mechanical Monsters do antigo (e belíssimo) desenho do Superman dos estúdios Fleischer, na década de 1940.

A nova versão da Dreamwave

TransformersA Dreamwave teve várias vantagens ao ter em mãos o nome Transformers.

Uma delas foi a liberdade de criação da nova série. Enquanto a antiga muitas vezes era obrigada a se perder nos roteiros por ter que divulgar novos robôs - o que significava novos brinquedos que pareciam surgir todos os dias -, nas HQs atuais não era preciso se preocupar com nada disso. Os personagens utilizados são velhos conhecidos dos fãs.

Outra vantagem é que o longo tempo no limbo fez com que antigos fãs viessem sedentos atrás de uma nova revista, ainda mais por trazer os personagens clássicos, maiores responsáveis pelo sucesso da série.

E a força da marca Transformers, sem dúvida, foi a maior vantagem. Foram lançados, ao longo de 20 anos, inúmeros produtos diferentes pelo mundo todo, como desenhos animados, quadrinhos, brinquedos e memorabília. Além do fato de até hoje os Transformers serem copiados a torto e a direito.

Tudo isso, aliado à qualidade da arte e a dinâmica dos roteiros, que estão mais maduros, fez da nova série de quadrinhos um fenômeno. Além disso, a Dreamwave contratou Simon Furman para escrever a série Transformers:The War Within, que conta histórias do passado de Cybertron com os personagens clássicos.

E a equação foi simples: Simon Furman + arte espetacular = sucesso garantido.

Trajetória no mercado brasileiro

Transformers #3, edição brasileiraForam apenas dois anos de vida no Brasil, mas a revista Transformers deixou saudades.

O título era lançado junto com a revista D´Artagnan, pela Rio Gráfica e Editora, e ambas duraram 12 edições.

O número derradeiro fechou o primeiro arco de histórias da série, e o fim da editora deu a entender que a revista seria cancelada no Brasil.

No entanto, a RGE apenas deu lugar à Editora Globo, que trazia reforços de peso como a Turma da Mônica, o Fantasma e o Recruta Zero. Quando ninguém mais esperava, eis que surge a revista Transformers Especial, com o dobro de páginas e um preço bem mais caro que a revista anterior.

A Globo desgastou ao extremo a revista, chegando a falhar na periodicidade, publicando-a duas edições em 30 dias e deixando de lançá-la mês ou outro. Além disso, por muitas vezes, os personagens traziam nomes traduzidos em uma história; e em outras o original.

Transformers #12, edição brasileiraNão bastasse isso, como a revista republicava duas edições da americana por mês, chegou um momento em que a cronologia nacional alcançou a americana, o que impossibilitou o lançamento de um novo número com duas histórias.

Graças a essa trapalhada, a revista Transformers Especial não passou do número 10 - o equivalente à edição 32 nos EUA. Muito material interessante ficou pra trás, como o crossover com os G.I.Joe, que poderia perfeitamente ter sido lançado pela editora, uma vez que eles também publicavam o gibi Comandos em Ação.

A última vez que um personagem dos Transformers deu as caras em revistas brasileiras foi numa rápida aparição de três quadrinhos da personagem Rompe-Circuitos, numa revista do Incrível Hulk, durante a saga Guerras Secretas II.

A última edição de Transformers Especial chegou às bancas em novembro de 1987 e, desde então, não se publicou mais quadrinhos com os Transformers no Brasil. Até agora.

Transformers bem brasileiros

Capa de Transformers #1, da RGETransformers era publicada numa época em que brasileiro não tinha essa frescura de ficar falando comics - conhecia apenas o gibi, e era feliz por isso. Você juntava seus cruzados e ia comprar a revista com o jornaleiro, não em comic shops.

O lançamento da revista Transformers # 1, no Brasil, pela RGE, aconteceu em novembro de 1985, alguns meses depois do lançamento nos Estados Unidos.

O gibi tinha algumas particularidades interessantes. O logotipo, por exemplo, não era o original americano, pois seguia o da linha de brinquedos da Estrela. Assim, os Autobots viraram Optimus; e os Decepticons viraram os Malignus, pra poder facilitar a identificação com os brinquedos.

Outra curiosidade: a capa da edição número 1 americana trazia uma arte pintada com Optimus Prime - um personagem azul e vermelho -, além de um fundo pintado essencialmente em azul e vermelho. No Brasil, contudo, a arte foi alterada radicalmente. A RGE a encheu de verde e amarelo, não poupando nem mesmo o personagem, que ficou irreconhecível.

Mas o que mais dividia os antigos leitores eram os nomes traduzidos. Se eles mudavam até as cores dos EUA pras do Brasil, imagine nomes como Bumblebee, Wheeljack e Thundercracker! Furão, Motriz e Viajante funcionariam melhor. Ou não?

As discussões defendendo ou apedrejando os nomes nacionais duram até hoje, mas a verdade é que dificilmente a Panini vai transformar Optimus Prime em Supremus Absolutus novamente.

Dezesseis anos depois...

Tudo bem, é exagero dizer que demorou quase quatro milhões de anos pro retorno dos quadrinhos Transformers ao Brasil; e nem todo fã acompanhou a série das HQs para guardar saudades.

Mas quem acompanhou a série original quando foi lançada por aqui, e está há 16 anos aguardando por uma nova publicação nas bancas, não agüenta mais a expectativa.

Depois de muitos rumores de que a "versão remasterizada" de Transformers aportaria por aqui, finalmente o boato virou notícia! Ponto pra Panini!

Mesmo quem não é fã de Transformers vai gostar da qualidade da revista. Quem já curtia a série vai delirar. E os que têm apenas uma "fagulha nostálgica" perdida dentro de si, do tempo em que as manhãs de domingo eram invadidas pela turma do caminhão e do fusquinha amarelo que viravam robôs, vai se divertir bastante, com toda certeza.

Leandro.

The Maxx


história nasceu nos quadrinhos, criada por Sam Kieth, mas tornou-se realmente popular ao ser transformada numa série de animação exibida pela MTV em 1995. De acordo com o próprio autor, The Maxx na televisão não poderia ter sido mais fiel à sua visão original.

Quem (ou o que) é The Maxx? Será um sem-teto que sonha demais? Ou um super-herói de outra dimensão com uma vida paralela na Terra? O que vemos é um brutamontes usando uma máscara feia e um macacão roxo. Em vez de mãos, ele tem duas garras aparentemente indestrutíveis. Pela descrição, poderia ser simplesmente mais um entre tantos super-heróis. O que faz a diferença é o tom da narrativa. Nunca chegamos a saber, ao menos não com certeza, se as aventuras de The Maxx se passam somente na imaginação do protagonista ou se realmente acontecem.

Dave é um ex-encanador, agora sem-teto, que tem uma relação circular de proteção com Julie, assistente social por conta própria. Mas, em outra realidade, ou em outra dimensão, ou em outro mundo, ou somente na imaginação dos envolvidos, Dave é The Maxx, herói galante de uma Pangea de sonho, e Julie é a rainha dos leopardos, glamourosa em suas peles. Claro que também existe um vilão na história, Mr. Gone, espécie de serial killer transdimensional que brinca perigosamente com as mentes de Maxx e Julie.

Mas todos os personagens de The Maxx possuem um passado doloroso, e são essas memórias que os cimentam juntos num mundo de fantasia, mesmo que não consigam escapar completamente da realidade. Julie era na verdade uma estudante de arquitetura que, depois de ser estuprada, passou a se dedicar à assistência social, tentando ajudar de adolescentes problemáticas a vagabundos sem-teto. A Pangea da sua imaginação nasceu a partir da narrativa do marido de uma amiga, recém chegado de uma viagem à Austrália, que mais tarde enlouqueceria e sairia matando todos os colegas de escritório, suicidando-se em seguida e garantindo um lugar no outro mundo como Mr. Gone, o vilão. Sua viúva transforma-se numa neo-hippie, e a filha torna-se amiga de Julie e Maxx.

A animação de The Maxx é engenhosa, com mais movimentos de câmara que dos próprios personagens. E com amplo uso do picture in picture, com quadros menores dentro do enquadramento maior, remetendo diretamente à linguagem dos quadrinhos. Os diálogos também são criativos, com mistura freqüente do narrador em off com os diálogos, e as vozes foram muito bem escolhidas (Michael Haley dubla Maxx e Glynnis Talken dubla Julie).

Apesar dos temas pesados (estupro, serial killers, órfãos, sem-teto, etc), The Maxx consegue manter o humor (negro, é claro). E quando as coisas se complicam, é sempre melhor ser um poderoso herói em Pangea que um sem-teto numa metrópole suja e impiedosa



Gnose


O grande desafio que se apresenta aqui é aprender a distinguir "conhecimento acadêmico" de "conhecimento revelado".

Conhecimento acadêmico, científico, empírico, não é gnose. É simples conhecimento! Simples ciência! Simples erudição! Simples cultura intelectual!

Gnose é "ciência divina","é conhecimento revelado", "é experiência interior e direta" das grandes verdades e realidades da vida que se processam

simultaneamente nesta e em outras

dimensões do universo. Acima de tudo, gnose é experimentar Deus, que é origem, causa, fonte e repositório de tudo que existiu e que ainda há de existir. Gnose é o que se poderia dizer, se o termo não tivesse sofrido tantos desgastes, de "experiência mística".

O que poucos sabem é que a "experiência mística" pode ser (é) também uma experiência científica, com a seguinte diferença: a experiência científica é feita em laboratório; a experiência mística é feita no laboratório humano, como ensinam os alquimistas, que eram os homens de ciência de ontem.

Feita esta introdução, vamos à realidade da vida. Até os eruditos e os considerados cultos desconhecem (ou conhecem de forma equivocada) a Gnose. Quê dizer, então, das pessoas simples e culturalmente despreparadas? Inicia-se aqui o mesmo drama de tantos outros incompreendidos do seu tempo, como Karl Gustav Jung, nascido em 26 de julho de 1875, no lugarejo de Kresswil, Cantão de Thurgau, Basiléia, Suíça. Jung foi - ainda é - vítima de um raro fenômeno, que ilustra bem o que estamos tentando dizer.

Para muitos, Jung é considerado um homem religioso, um místico, um bruxo, um esoterista (isso era a última coisa que passava pela sua cabeça). Mas, em vida, sempre se negou a seguir e a professar a doutrina de seu pai (pastor luterano) ou qualquer outra religião. Suas inquietudes espirituais só foram preenchidas e resolvidas quando teve acesso à Divina Gnose e à Alquimia- justamente duas formas do conhecimento antigo, muito ligado ao gnosticismo clássico.

É que Jung, como os gnósticos, negava-se a fazer parte de um sistema religioso morto. Por isso, dedicou sua vida à busca, à compreensão e à explicação de Deus como algo vivo, concreto e experimentável, fazendo dessa busca a base de todo o seu trabalho. Como conseqüência dessa atitude, que sustentou ao longo de toda sua larga existência, de um lado conseguiu o desprezo dos religiosos, crentes e teólogos por jamais aceitar, como vaca de presépio, as arengas de uma fé destituída de vida e conteúdo, e de outro, o descaso e o escárnio dos supostos homens de saber (os que se dizem homens de ciência), por não ver inconveniente algum em mesclar Deus com os objetos da pesquisa científica ortodoxa (que não admite, de forma alguma, aspectos, realidades e fenômenos metafísicos, espirituais ou transfisiológicos em suas pesquisas, estudos e investigações).

É aqui, então, que jaz o grande desafio de levar ao público não-iniciado os mistérios da Divina Gnose, a mesma que deu a Jung (e a tantos outros, do passado e do presente) as respostas que buscava para suas inquietudes espirituais e, também, para levar à cura as almas doentes que o procuravam em sua clínica.

No nosso caso, tentando começar pelo começo, antes é preciso saber que Gnose é uma palavra muito antiga. Ainda que conheçamos o seu significado como procedente do grego, é da antiga Índia que veio o Jnana ou Gnana, sendo parte essencial do Gupta Vidya (que quer dizer, literalmente, conhecimento secreto). Depois, em remotos tempos, ao chegar à Grécia, converteu-se em Gnôzis. Mais tarde ainda, se latinizou, transformando-se em noscere, de onde o co-noscere veio a gerar o nosso conhecer.

Aqui já aparece a primeira e grande diferença entre um "gnóstico" e um "crente". O gnóstico sabe por experiência direta; não precisa seguir ninguém. O crente é um seguidor; tudo que julga saber é extraído do trabalho de terceiros. Um gnóstico não tem opiniões; vivencia por si mesmo as verdades e realidades do mundo, da vida e do universo. Um crente só tem opiniões porque jamais experimentou coisa alguma por si mesmo. Limita-se a acreditar e a seguir teorias e dogmas - sejam eles científicos, filosóficos ou religiosos.

O gnóstico não é um inimigo social ou das religiões, como disseram os antigos detratores dos seus sistemas. Ele apenas quer ir (e vai) além da esfera das opiniões e das especulações meramente intelectuais. O gnóstico trabalha com capacidades desconhecidas de cognição, que estão dentro de si, para experimentar diretamente as grandes verdades do mundo real. Por isso mesmo, ainda que, por exemplo, o Jnana ou Gnana dos hindus, literalmente signifique "conhecimento", esotericamente adquire o caráter de "saber divino ou conhecimento supremo adquirido através do Yoga".

Em Filosofia, Gnose assume o conceito de "ciência superior aos conhecimentos vulgares, o saber por excelência". Em Magia ou na Ciência dos Arcanos - mais conhecida como Alta Magia - gnose é a ciência suprema que contém todos os conhecimentos sagrados, cujos segredos são conhecidos apenas pelos magos.

Todas as controvérsias que surgiram nos primeiros tempos do cristianismo são devidas, justamente, ao fato de a Gnose designar um conhecimento mais profundo das verdades dogmáticas que eram apresentadas aos fiéis da época. O próprio Teódoto, conceituava que "a filosofia gnóstica é como uma espécie de visão imediata da verdade", ou seja - e isso é muito importante: gnose é algo distinto da simples erudição adquirida através de leituras e estudos teóricos. Especialmente nos dias atuais, quando a ciência e a educação preconizam um conhecimento puramente intelectual, empírico e mecânico, isso se torna importante.

Em poucas palavras: sem menosprezar as conquistas da ciência e os dogmas das religiões confessionais (que têm seus papéis a cumprir) a gnose oferece meios, sistemas, técnicas, disciplinas e ensinamentos que podem levar o indivíduo ao conhecimento direto ou revelado.

Sem nenhum ranço de fanatismo, e apenas para salientar um aspecto da gnose em seu mais exaltado grau, o fato é que as lideranças políticas e religiosas de todos os tempos sempre detestaram a gnose e os gnósticos justamente por causa da implicação social das possibilidades que esse conhecimento oferece: um gnóstico não depende de ninguém e de nada porque se desapegou de tudo e de todos; vive de e para Deus (seu verdadeiro Ser, seu Pai Celestial), unicamente.

Para melhor compreender essas asseverações, vejamos algo da história e das tradições religiosas antigas: Jesus respeitava as leis, a sociedade, a família, o governo, tudo. Mas, não era dependente do sistema da época. Reuniu tal poder em si mesmo que, literalmente, podia tudo. Moisés, pelo poder divino que reuniu em si, conseguiu libertar o povo judeu do cativeiro no Egito, contra a vontade do Faraó. Buddha, quando conheceu a realidade da vida, largou tudo e buscou a iluminação (ou libertação do jugo e dos poderes da matéria). Enoch, pela sua fé e devoção, foi levado ao céu em corpo e alma. Isaías foi serrado ao meio porque se negou a comer alimento servido aos ídolos ou falsos deuses. Sócrates tomou cicuta e morreu feliz defendendo suas idéias. Jâmblico, o grande mago, podia materializar Anjos e Deuses, e com eles conversar frente a frente. Samael Aun Weor, no século XX, devotou toda sua vida à causa gnóstica. Agora, no amanhecer do III Milênio, vemos o surgimento de Igassan Bindu, que por 30 anos, dedicou-se às coisas de seu Pai Celeste.

E muitos ainda se perguntam aonde estão esses homens de poder, esses iluminados, esses Mestres de Sabedoria. Esses homens e mulheres sempre estiveram e sempre estarão em nosso meio, alguns têm missão pública, outros, missão privada. Samael Aun Weor, como Avatar de Aquário, cumpriu missão pública. Igassan Bindu, desconhecido até o último dia do século passado, tem missão privada, não será visto pelas multidões, mas seu nome será conhecido e exaltado por milhões.

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Validando Windows Pirarata!

Sei que foge um pouco do contexto do site mas eu vou dar essa dica á vocês! Lembrando que não se trata daqueles esquemas de tirar o validor de registro do Windows, nem nada disso! Você realmente está registrando seu Windows XP como original! Você poderá instalar softwares originais como Internet Explorer 7 e Windows Defender sem problemas. Lembrando ainda que garimpei esse registro mágico em sites hackers, por isso não tenho nada a ver com a maneira como ele foi conseguido ou disponibilizado! Quem conseguir fazer a validação, poste aqui dizendo se funcionou certinho ou não…. Aproveite!

Vamos lá! O princípio de funcionamento dessa dica é básico: arrebenta-se o seu atual registro pirata com o REGEDIT do Windows e no lugar dele usa-se um registro autêntico para empresas (este previamente retirado de um site russo muito louco!) ou seja, usa-se um registro disponibilizado pela Microsoft para registrar vários computadores ao mesmo tempo com um único registro!

1. Vá em Iniciar > Executar

2. Digite regedit e clique em OK.

3. Já dentro do regedit, navegue até a chave:
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft
\WindowsNT\CurrentVersion\WPAEvents

4. No painel à direita, clique duas vezes em OOBETimer

5. Na janela que foi aberta, apague qualquer valor e clique em OK. Feche o regedit

6. Vá novamente em Iniciar > Executar e dessa vez digite:
%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

7. Na janela que foi aberta, escolha a opção Sim, desejo telefonar…

8. Na próxima etapa, clique no botão Alterar chave de produto.

9. Na etapa seguinte, digite a CD-Key:
THMPV-77D6F-94376-8HGKG-VRDRQ
e clique no botão Atualizar

10. Após clicar no botão Atualizar, o assistente para ativação voltará para a janela anterior, então, clique em Lembrar mais tarde e reinicie o Windows.

11. Reiniciado o Windows vá novamente em Iniciar > Executar e digite:
%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

12. Aparecerá a seguinte mensagem:

Ativação do Windows
O Windows já está ativado. Clique em OK para sair.

Los Hermanos - Todo Carnaval Tem Seu Fim









Todo dia um ninguém josé acorda já deitado
Todo dia, ainda de pé, o zé dorme acordado
Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia
Toda trilha é andada com fé de quem crê no ditado
De que o dia insiste em nascer
Mas o dia insiste em nascer pra ver deitar o novo

Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada
Toda bossa é nova e você não liga se é usada
Todo o carnaval tem seu fim
Todo o carnaval tem seu fim
É o fim
É o fim

Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu
nariz !
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu
nariz
Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco?
Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco
Toda escolha é feita por quem acorda já deitado
Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado
E pinta o estandarte de azul
E põe suas estrelas no azul

Pra que mudar?
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu
nariz !
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu
nariz !

Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu
nariz !
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu
nariz !
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar.

A Grande Conspiração da Direita Brasileira



De tempos em tempos o nosso informante, Zé da Silva, aparece com algum pacote misterioso contendo documentos secretos que revelam mais uma sórdida conspiração mundial. Desta vez, porém ele parecia taciturno e cogitabundo ao adentrar na redação. Seu rosto estava crispado e sua alma corrompida por uma dúvida atroz. "É um caso de família", avisou pouco antes de desaparecer.

Com a leitura dos documentos, o assombro tomou conta da ZeroZen. Ficamos catatônicos e apopléticos. Temos certeza de que a Polícia Federal vai bater na nossa porta (e não iremos atender, é lógico) depois que o conteúdo desta nossa conspiração vier à tona. Talvez esta seja a mais apavorante e terrível revelação da política brasileira. E olha que de coisas sinistras o congresso nacional está cheio.

Tudo começa no distante ano de 1975. No dia 28 de fevereiro um torneiro mecânico licenciado foi eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista. Seu nome? Luiz Inácio da Silva. Vale lembrar que, somente em 1982, o dirigente petista acrescentaria o apelido Lula ao seu nome. De qualquer maneira, o que importa é que estamos falando do atual presidente do Brasil.

Lula, acredite quem quiser, foi eleito para ser um fantoche. Ele mesmo afirmou isso em várias entrevistas. Eram os anos de chumbo. A ditadura prendia e torturava quem se atrevesse a lutar contra o regime. O verdadeiro comandante do sindicato era Paulo Vidal Neto. Ele ajudou a eleição de Lula para continuar no poder. Era uma espécie de grão-vizir, exercendo o poder de maneira paralela. Porém em 1978 as coisas iriam mudar. Lula seria reeleito e impediria Vidal de falar em nome do sindicato. Neste ponto começava a ascensão de Lula ao poder.

Lula fez questão que na sua solenidade de posse estivessem presentes o então governador de São Paulo, Paulo Egydio Martins, e o comandante do Seguindo Exército, general Dilermando Monteiro. A ação obviamente chocou toda a categoria. Porém, respaldado pelo apoio das autoridades conseguiu, três semanas depois do início o segundo mandato, um acordo com a Scania, que resultou em 20% de aumento para todos os metalúrgicos.

O paranóico Zeronauta percebeu que há algo de podre no reino do ABC. Porém a situação fica ainda mais assustadora quando recentemente a revista Época publicou os relatórios de monitoramento feitos pelo Departamento de Ordem Política e Social (o temido Dops) acerca de Lula. Eles classificam o líder petista de fraco  e facilmente manipulável .

Vale lembrar que Lula, por se tornar um poderoso articulador político, acabou preso pelo regime militar. Porém ficou apenas 31 dias na prisão. Muitos de seus companheiros foram torturados ou mortos. Já Lula recebeu um tratamento respeitoso do regime militar. A Rede Globo, inclusive, chegou a entrevistar, logo após a vitória nas eleições de 2002, um dos carcereiros de Lula na época. O militar negou qualquer tortura no que foi corroborado por Luiz Inácio Lula da Silva.

Bem, a partir deste ponto a conspiração fica clara. Lula, o nosso atual presidente, é uma invenção da direita brasileira para se manter no poder!!! Antes que o Zeronauta adquira aquela cor vermelho-petista de pura raiva, é preciso admitir que por muitos anos Lula foi citado como o candidato preferido das forças retrógradas do país. Eles riam à socapa a cada indicação de Lula à presidência.

Porém isto não passava de uma trama absurdamente bem-urdida. Especulamos se quando Lula esteve preso não sofreu uma espécie de lavagem cerebral. Afinal de contas ele era fraco e manipulável. Os militares perceberam que a vitória do líder petista, mais cedo ou mais tarde, seria inevitável. Assim, quando chegasse a hora de Lula assumir o poder os direitos adquiridos pelo Exército estariam preservados. Simples, porém brilhante.

Este era o verdadeiro motivo da alegria da direita a cada indicação de Lula à presidência. Eles sabiam que não importava qual o candidato que se saísse vitorioso. Seus privilégios permaneceriam intocáveis. Graças a esta conspiração, o atual comportamento do presidente é perfeitamente explicável. Provavelmente alguma palavra-chave no discurso de posse deve ter acionado o condicionamento psicológico a que Lula foi submetido. Por isso é que hoje ele quer reformar a previdência e diminuir as vantagens aquiridas pelos servidores públicos. Quanto ao Zé da Silva, ele sabe que por revelar a conspiração pode ser torturado, morto, ou, o que é ainda pior, perder uma boquinha no governo...

A verdade está lá fora rasgando o título de eleitor.

1- A lavagem cerebral explicaria por que Lula está cada vez mais igual a FHC. Aliás, FHC também foi preso pelo regime e costumava se identificar com a esquerda. Aí tem...

2- Lula hoje evita qualquer ataque ao PFL. Será mera coincidência?

3  - Aumento na taxa de juros, reforma na previdência, fim dos direitos adquiridos dos servidores públicos, isto parecem ações de um governo de esquerda?

4 - Alguns analistas acreditam que Lula foi uma criação do general Golbery do Couto e Silva, pois o regime militar temia que Leonel Brizola assumisse o poder. Os milicos então precisavam construir liderança popular tão carismática quanto, porém bem mais fraca para ser o centro das atenções da esquerda.

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